O avanço das terapias oncológicas aumentou drasticamente a sobrevida dos pacientes, mas também trouxe um desafio crítico para a prática clínica: o manejo da cardiotoxicidade.
Identificar a disfunção miocárdica subclínica antes da queda da fração de ejeção e saber manejar casos complexos — como o uso de trastuzumabe e antraciclinas — definem o sucesso do tratamento e a segurança do paciente.
Será que as suas condutas estão alinhadas com as diretrizes mais recentes?
Para testar a sua conduta diante de cenários complexos e avaliar se as suas decisões estão alinhadas com as diretrizes mais recentes, preparamos um quiz com 8 questões.
Para responder a esse quiz, leia o artigo de apoio: Cardio-oncologia na prática: uma nova fronteira no cuidado do paciente com câncer.
No caso clínico apresentado, uma paciente com câncer de mama desenvolveu disfunção ventricular durante o tratamento com trastuzumabe. Qual foi a conduta que permitiu a conclusão segura da terapia oncológica?
AA manutenção do trastuzumabe em dose reduzida, sem a introdução de medicações para insuficiência cardíaca.
BA suspensão definitiva do trastuzumabe e a substituição por um protocolo oncológico alternativo.
CO encaminhamento para reabilitação cardio-oncológica como única intervenção para a recuperação da função cardíaca.
DO início de terapia otimizada para insuficiência cardíaca com monitoramento próximo, viabilizando a reintrodução do trastuzumabe.
Autoria
Ariane Vieira Scarlatelli Macedo
Professora da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, líder do Serviço de Cardio-Oncologia da Santa Casa de São Paulo e presidente do Grupo de Trabalho de Cardio-Oncologia da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC).
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